quinta-feira, 6 de abril de 2017

Lendas do Universo DC - Mulher Maravilha: Deuses e Mortais



E dando continuidade nos lançamentos do Lendas do Universo DC (do qual eu não tenho nenhum, a não ser esse), finalmente chegou a vez das histórias antigas ou da fase mais significativa da Princesa das Amazonas chega nas bancas. 

Assim como acontece com a maioria dos encadernados, temos aqui a origem da Mulher Maravilha  no Universo DC Pós "Crise Nas Infinitas Terras", mais centrado na mitologia grega (uma vez que todas as versões tem seu pé na mitologia grega, só que esta mais do que todas, com exceção talvez dos Novos 52). Acontece que aqui a coisa é totalmente centrada nisso, desde a origem das Amazonas criadas por algumas das deusas, tais como Artemis, Atena, Afrodite, Deméter... E na origem da própria Diana, que veio do barro e recebeu dadida dos deuses: de Deméter força, de Afrodite beleza, de Atena sabedoria, de Artemis o olho da caçadora, de Héstia afinidade com o fogo e de Hermes velocidade e poder de voo..., o laço da verdade, os braceletes, seu sobrenome no mundo dos homens...

A trama central da história porém, não se entrelaça somente na origem da personagem, há uma trama central. Aqui, Ares o deus da guerra, quer através dos humanos acabar com o planeta Terra e cabe as Amazonas escolher a melhor dentre elas uma campeã que deve enfrentar Ares sozinha no mundo dos homens.  É aí que Diana se destaca (mesmo contra a vontade de sua mãe, a Rainha Hipólita) e se torna a campeã das Amazonas, que irá salvar o nosso mundo e o panteão dos deuses. Diferente de qualquer outra história que li da MM (Terra Um, Sangue) aqui vemos uma Diana mais inocente num mundo totalmente desconhecido, mas com almas boas para ajudá-la em sua difícil tarefa, dentre elas o piloto Steve Trevor (que teve seu destino travado por Diana) e a professora Júlia Kapatelis.


Se a história não se passasse também em Boston e se não houvesse nenhuma citação ao Superman com certeza a história poderia ser sobre uma princesa das Amazonas, que tem como grande desafio derrotar o deus da guerra Ares. É aqui que vemos que sim, a Mulher Maravilha consegue sustentar uma história sozinha, sem precisar da trindade da qual ela fez parte inicialmente junto com outros heróis, sendo eles o Batman e o próprio Superman. 

Como essa obra foi publicada nos anos 1980, algumas das características apresentas a ela foram mantidas ou modificadas através dos anos, mas sem perder a característica principal da Mulher Maravilha, que é de ser uma figura de emponderamento puro.

Por mais que Mulher Maravilha do George Pérez seja uma "obra de arte" seu estilo é dos quadrinhos dos anos 1980 (uma vez que essas histórias foram publicadas à partir de fevereiro de 1987), então esteja ciente que você vai encontrar bastante texto narrativo (o que faz você lembrar dos desenhos antigos de super-herói que passava na TV, como Superamigos, que continham um narrador), como era regra naquela época (se você leu os quadrinhos de Star Wars, clássicos - publicados por aqui pela PlanetadeAgostini - você sabe do que eu estou falando). Não é o tipo de quadrinho que você consegue ler numa tacada só, pois ele pode vir a ser um pouco cansativo. Em contrapartida, traz uma arte super agradável de acompanhar, diferente do exemplo citado acima.


Serão três encadernado do Lendas do Universo DC: Mulher Maravilha (podendo seguir adiante depois com o resto da fase Pérez ou não) com as histórias publicadas em Wonder Woman 1 - 7, que inclusive o arco já foi publicado por aqui anteriormente, intitulado "Deuses e Mortais", pela abril (no mix do "Superman 39" em formatinho) e em outros dois encadernados da Panini: "Grandes Clássicos DC" e "Biblioteca DC". E eu descobri isso graças ao checklist do Planeta Gibi Blog, que traz informações sobre os lançamentos agora de abril (clique aqui para ver o checklist) sobre os dois lançamentos da DC Comics Coleção de Graphic Novels, entre eles a edição #39: Mulher Maravilha: Deuses e Mortais - se valia a pena comprar ou não (e foi daí que saiu o título do post). É, se você quiser somente o arco basta comprar somente o encadernado da coleção.


Lendas do Universo DC: Mulher Maravilha vol.1 - George Pérez, Greg Potter - março de 2017 - - 180 páginas - lombada quadrada - capa cartão - papel Off/set - bancas/livrarias - Panini Comics - R$25,90

A heroína mais icônica dos quadrinhos reinventadas para uma nova era!
Em 1987, Crise nas Infinitas Terras havia revolucionado o Universo DC. Sem saber muito bem como apresentar sua maior heroína a uma nova geração de leitores, a Editora das Lendas passou a relutantemente  considerar a ideia do roteirista Greg Potter de aproximar a personagem de elementos da mitologia grega. No entanto, somente quando o respeitado e megapopular George Pérez adotou o projeto foi que a editora acabou dando seu aval para o que veio a se provar, logo nas primeiras edições, um clássico instantâneo dos comics! (Wonder Woman 1 - 7)

Para saber mais sobre outros quadrinhos da Mulher Maravilha, clique AQUI

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Ouro, Fogo & Megabytes: O Legado Folclórico Volume 1


O Legado Folclórico volume 1: Ouro, Fogo & Megabytes - Felipe Castilho - 2012 - 288 páginas - Gutenberg

Como esconder uma suspensão escolar dos pais, resgatar uma criatura mágica das garras de uma poderosa e mal-intencionada corporação e ainda por cima salvar o país de um desastre sem precedentes?
Anderson Coelho, um garoto nada extraordinário de 12 anos, divide sua vida entre a pacata realidade escolar e uma gloriosa rotina virtual repleta de aventuras em Battle of Asgorath, jogo de RPG online em que jogadores do mundo todo vivem num universo medieval, cheio de fantasia. Lá, Anderson - ou Shadow Hunter, nome de seu avatar - tem vida de estrela: é o segundo colocado do ranking mundial. E são justamente suas habilidades que chama a atenção de uma misteriosa organização, que o escolhe para comandar uma missão surpreendente junto com um grupo de ecoativistas nada convencionais.
Ao embarcar para São Paulo, Anderson mergulhará de cabeça em uma aventura muito mais fantástica que as vividas em seu computador. Os encontros com hackers ambientalistas, ativistas com estranhos modos de agir e muitas criaturas folclóricas oferecerão a Anderson Coelho respostas não só sobre sua missão, mas também sobre sua própria vida, enquanto um novo mundo se descortina diante de seus olhos.

E quem disse que o Folclore Brasileiro é ruim, com certeza não soube explorar muito bem o que a cultura tem a oferecer. 

quinta-feira, 30 de março de 2017

Star Wars - Tarkin: o livro que te faz torcer pro Império


Star Wars: Tarkin - James Luceno - 2015 - 368 páginas - Aleph

Após o golpe que deu fim à Ordem dos Cavaleiros Jedi, com o tempos da Velha República cada vez mais no passado, Wilhuff Tarkin é um oficial de confiança em um Império ainda jovem, e sua atual tarefa é ferir a construção de um empreendimento espacial conhecida como Estrela da Morte.
É nessa situação que Tarkin se depara com um ataque ardiloso à estação, envolvendo uma transmissão misteriosa, feita com uma tecnologia que não se via desde as Guerras Clônicas. Por ordem do próprio Imperador, o oficial divide com o pertubador Darth Vader a liderança de uma força-tarefa dedicada a encontrar e deter os responsáveis pelo atentado.
Os inimigos do Império, porém, têm planos muito mais ambiciosos, e o que deveria ser uma mera investigação rapidamente se torna uma caçada, com cada um dos lados buscando estar dois passos à frente do adversário. Para vencer esse jogo a tempo, Tarkin precisará relembrar e aplicar todas as suas experiências de vida - dos ritos de passagem de sua juventude a decisões estratégicas em seus inúmeros cargos de autoridade -, mostrando a todos por que lhe foi confiada a arma mais terrível da galáxia.

Sabe quando algo complementa outro? Pois bem, é isso que Tarkin faz. Sabe o filme Uma História Star Wars: Rogue One? O livro Tarkin complementa muito bem o filme, mostrando um pouquinho dos bastidores.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Dicas de quadrinhos da Mulher-Maravilha para ler



Junho já tá aí, é daqui a 3 meses, mas o hype em cima do filme da Mulher-Maravilha tá alto já - e com o segundo trailer liberado, mais focado na origem dela só ajudou a aumentar um pouco mais (se você ainda não viu, clique e assista aqui). 

Pensando nisso, a Panini já vem preparando o terreno para quem quiser conhecer mais sobre a Princesa das Amazonas, que no cinema vai ser estrelada por Gal Godat (que atuou brilhantemente no fraco Batman Vs Superman, que pode ser lido aqui), dado-nos uma prévia do que podemos esperar da personagem.

*Este post tem como objetivo informar as coisas legais que a Panini vem lançando da personagem, de acordo com o meu (limitado) conhecimento, trazendo a sinopse e algum comentário (caso eu já tenha lido a obra):

sexta-feira, 24 de março de 2017

Lançamento da Évora: Psicopata Corporativo de Amália Sina

Em abril a Editora Évora irá lançar o livro Psicopata Corporativo, onde Amália Sina nos ensina a identifica-los e a como lidar com ele, em especial no ambiente de trabalho - onde tem-se aparecido mais e mais desse tipo. O filósofo, educador e escritor Mario Sérgio Cortella escreveu o prefácio desta obra que pode ajudar as potenciais vítimas a lidar e a aprender a conviver com essas pessoas.

De fato, o livro não é um pelo qual eu me interessaria no momento, mas traz um assunto bastante atual e que pode ajudar diversas pessoas, inclusive você, eu, o tio da padaria, etc...


Psicopata corporativo: Identifique-o e lide com ele
Autora:. Amália Sina
Selo: Évora
ISBN: 978-85-8461-108-9.
Origem: Brasil
Formato: 16x23 cm.
Acabamento: Brochura
Edição: 1ª.
Preço: 39,90

Com ares de superioridade e impulsividade, sem sentir afeto por ninguém, nem culpa pelo que fazem, os psicopatas vão de degrau em degrau destruindo vidas. Vistos como pessoas fortes e destemidas, tendem a impressionar logo de cara e, por conta disso, são considerados capazes de transpor facilmente os desafios corporativos.
São seres com alta capacidade de sedução e grande habilidade para manipular. Podem parecer “normais” e até encantadores, mas são doentes, de corpo e alma. Pessoas sem piedade, sem respeito e misericórdia pelos demais. Assim são descritas algumas das características do psicopata, que pode estar (e, via de regra, está) entre as pessoas do nosso convívio.
Como identifica-los? Como agir quando somos alvos e vítimas de suas idiossincrasias e maldades? Como conviver no ambiente de trabalho sem sofrer dia após dia é a proposta principal desta obra, que nasce da experiência de trinta anos de uma executiva que conhece os  bastidores, o placo e a plateia do mundo corporativo. Amália Sina explora neste livro os detalhes das mentes e das ações dos psicopatas com quem conviveu, convive e, por certo, conviverá. Com certeza, entre os protagonistas e depoimentos anônimos, você reconhecera várias semelhanças com os seus colegas de trabalho.


Sobre a autora

Amália Sina – Possui MBA em Marketing pela USP, é pós-graduada em gestão pelo Triton College e graduada em administração de empresas pela FEI. Com experiência em alta gestão, atuou como executiva por 25 anos. Há mais de dez anos é professora da Fundação Getúlio Vargas nos cursos de MBA em marketing e empreendedorismo. É autora de oito livros, sendo um deles Marketing global, premiado com o Troféu Cultura Econômica Brasileira. Veja um vídeo da autora falando sobre o livro Psicopata Corporativo.

Compre-o por AQUI e boa leitura

segunda-feira, 20 de março de 2017

Lançamento #Darklove: A Guerra que Salvou a Minha Vida



Quando um livro se parece com outro que você já leu, ou já ouviu falar, logo surge aquela empatia em querer ler esse livro. A Guerra que Salvou a Minha Vida é mais ou menos assim.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Resenha Parceira: Conan, O Bárbaro


Conan, O Bárbaro - Robert E. Howard - 2011 - 384 páginas - Generale

Pela primeira vez, o público brasileiro terá a oportunidade de apreciar o único romance escrito por Robert E. Howard, criador do personagem Conan, o bárbaro. Neste livro, também são publicados três contos inéditos: "Além do Rio Negro", "As negras noites de Zamboula" e os "Profetas do Círculo Negro".
O leitor se deliciará com narrativas épicas, repletas de reviravoltas e de personagens complexos, guerreiros, batalhas espetaculares, piratas, monstros saídos dos golfos da noite, belas mulheres e feiticeiros, que irão hipnotizá-lo do início ao fim do livro.
Conheça as histórias que inspiraram gerações de leitores, escritores e roteiristas, e que também serviram de base para o filme Conan, o nárbaro.
Leitura obrigatória para apreciadores de literatura fantástica e do gênero espada e feitiçaria.

Quando você se pega gostando de histórias de bárbaros, mas não qualquer um


O bom de ler algo que você não espera nada é que você vai se surpreender com a leitura. Como boa leiga que sou, achei que os roteiros dos filmes do Conan tinham sido transportadas do livro para a tela, como o estreladp por Arnold Schwazenegger ou pelo Jason Momoa (filme que aliás, ilustra a capa do livro). Só que não. Por mais que o personagem seja o mesmo (e os atores diferentes), os romances e contos nada tem a ver com os filmes, sendo histórias totalmente diferentes.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Porque eu desisti DUAS VEZES de ler O Silmarillion de J.R.R. Tolkien



Quem nunca assistiu a (esplendorosa) trilogia O Senhor dos Anéis (clique aqui para ler os três posts sobre) e a trilogia O Hobbit (que não precisava de uma versão estendida, uma vez que fazer três filmes já foi estender demais) que atire a primeira pedra?! Ok, talvez eu esteja sendo um tanto despretensiosa com isso, mas O Senhor dos Anéis (de acordo com a própria Academia) é o filme detentor do maior número de prêmios que um filme poderia ganhar em uma noite numa premiação como o Oscar - se existir algum filme que tenha ganho mais que 11 Oscars, por favor, me avise. 

sexta-feira, 3 de março de 2017

Superman: O Último Filho (DC Comics Coleção de Graphic Novels)


Lançado junto com Batman: Silêncio - parte 2 (em uma ótima sacada da Eaglemoss: compre dois pelo preço de um, R$34,99 na época), Superman: O Último Filho é basicamente meu primeiro contato com uma história solo do Superman - uma vez que as poucas vezes que tive contato com o Homem de Aço foi através dos filmes, da animação homônima e da LJA e da filhadaputagem com o qual a personagem foi retratada em Injustiça (fiquei raivinha do Super naquele quadrinho).


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