quarta-feira, 22 de março de 2017
quinta-feira, 16 de março de 2017
Resenha Parceira: Conan, O Bárbaro
Rabiscado por
Natália
Pela primeira vez, o público brasileiro terá a oportunidade de apreciar o único romance escrito por Robert E. Howard, criador do personagem Conan, o bárbaro. Neste livro, também são publicados três contos inéditos: "Além do Rio Negro", "As negras noites de Zamboula" e os "Profetas do Círculo Negro".
O leitor se deliciará com narrativas épicas, repletas de reviravoltas e de personagens complexos, guerreiros, batalhas espetaculares, piratas, monstros saídos dos golfos da noite, belas mulheres e feiticeiros, que irão hipnotizá-lo do início ao fim do livro.
Conheça as histórias que inspiraram gerações de leitores, escritores e roteiristas, e que também serviram de base para o filme Conan, o nárbaro.
Leitura obrigatória para apreciadores de literatura fantástica e do gênero espada e feitiçaria.
Quando você se pega gostando de histórias de bárbaros, mas não qualquer um
O bom de ler algo que você não espera nada é que você vai se surpreender com a leitura. Como boa leiga que sou, achei que os roteiros dos filmes do Conan tinham sido transportadas do livro para a tela, como o estreladp por Arnold Schwazenegger ou pelo Jason Momoa (filme que aliás, ilustra a capa do livro). Só que não. Por mais que o personagem seja o mesmo (e os atores diferentes), os romances e contos nada tem a ver com os filmes, sendo histórias totalmente diferentes.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Porque eu desisti DUAS VEZES de ler O Silmarillion de J.R.R. Tolkien
Rabiscado por
Natália
Quem nunca assistiu a (esplendorosa) trilogia O Senhor dos Anéis (clique aqui para ler os três posts sobre) e a trilogia O Hobbit (que não precisava de uma versão estendida, uma vez que fazer três filmes já foi estender demais) que atire a primeira pedra?! Ok, talvez eu esteja sendo um tanto despretensiosa com isso, mas O Senhor dos Anéis (de acordo com a própria Academia) é o filme detentor do maior número de prêmios que um filme poderia ganhar em uma noite numa premiação como o Oscar - se existir algum filme que tenha ganho mais que 11 Oscars, por favor, me avise.
sexta-feira, 3 de março de 2017
Superman: O Último Filho (DC Comics Coleção de Graphic Novels)
Rabiscado por
Natália
Lançado junto com Batman: Silêncio - parte 2 (em uma ótima sacada da Eaglemoss: compre dois pelo preço de um, R$34,99 na época), Superman: O Último Filho é basicamente meu primeiro contato com uma história solo do Superman - uma vez que as poucas vezes que tive contato com o Homem de Aço foi através dos filmes, da animação homônima e da LJA e da
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Preciso falar sobre... Reclamando do povo que está reclamando do povo que está reclamando do preço do Anime Friends 2017
Rabiscado por
Natália
![]() |
| imagem salva do facebook Anime Friends |
E o assunto do momento no fandom de anime e frequentadores de evento (sejam eles cosplays, otaquinhos, meninos, meninas, famílias inteiras e o diabo a quatro) é em relação ao preço e os youtubers do Anime Friends 2017 - que não sei se ainda detém do título de "maior evento de animes da América Latina".
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
O que Aldous Huxley e George Orwell podem nos ensinar sobre a sociedade do "futuro"
Rabiscado por
Natália
Quem já leu algo distópico, sabe que em alguma obra sempre encontraremos críticas à sociedade atual: como a trilogia Jogos Vorazes (leia tudo sobre a série aqui), que crítica a sociedade atual como se nós fossemos a Capital (e somos mesmo) ou Battle Royalle (já resenhei ele aqui), que através de muita carnificina mostra sobre como cada um perde a razão diante da realidade imposta, isto é, aceitar ou não a participar do Programa, quando a verdadeira natureza do ser humano desperta diante das ameças, pressão e do medo, provando que sim, podemos ser cruel com nossos semelhantes...
Outros, como Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley e 1984 de George Orwell, são obras escritas à mais de 50 anos e que assustam por mostrar como a nossa atual sociedade é (ou seria na concepção de cada um), sendo na minha opinião uma mistura de ambas. (as resenhas podem ser lidas respectivamente aqui e aqui)
O canal Cabine Literária compartilhou há um tempo atrás em sua página do facebook (do original Alkaisers) uma série de imagens que trazem alguns dos principais conceitos defendidos por cada obra.
Post com imagens
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Resenha Parceira: O Livro Secreto de Dante - O Mistério da Divina Comédia
Rabiscado por
Natália
O Livro Secreto de Dante: O Mistério da Divina Comédia - Francesco Fioretti - 2012 - 256 páginas - Generale
Dante morreu realmente em Ravena, por causa da malária, como todos pensam, ou alguém teria motivos para desejar sua morte e, com ela, o desaparecimento de um segredo?
Atormentados por essa dúvida, a filha do poeta, Irmã Beatrice, um ex-templário chamado Bernard e um médico, Giovanni de Lucca, iniciam uma dupla investigação para esclarecer o que havia acontecido. Tentam com dificuldade decifrar uma mensagem codificada deixada por Dante em nova folhas de pergaminho e, ao mesmo tempo, começam a seguir pistas de seus prováveis assassinos, descobrindo que muitas pessoas nutriam uma profunda antipatia pelo poeta.
Não será nada fácil encontrar a chave do segredo escondido em A Divina Comédia e descobrir quem teria interesse em impedir o poeta de terminar sua obra. E por que Dante teria decidido esconder com tanto cuidado os últimos treze contos do Paraíso? Teoremas requintados, intrigas complicadas e verdades a serem descobertas se escondem entre os versos das três partes do poema, como a identidade de Veltro, o anúncio da chegada de um misterioso vingador... No pano de fundo histórico da crise política e econômica do século XIV, O Livro Secreto de Dante entrelaça fatos reais e personagens de ficção, tecendo intrigas cheias de mistério e dúvidas intrigantes.
Aquele livro que me fez desistir no meio da história e que eu voltei a leitura para terminá-lo. Uma fênix que volta das cinzas
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
Desculpe o transtorno, mas preciso falar sobre ser blogueira
Rabiscado por
Natália
Eu não comecei o Naty in Wonderland por dinheiro. Foi mais por curiosidade, influência mesmo (sabe a revista Neo Tokyo? Então, a Valéria Fernades escrevia por lá e ela tem um blog também, o Shoujo Café, então...). Foi naquela época que havia blogs bons, sem a concorrência de conseguir parcerias, de lucro. Do tempo em que (acredito eu) as pessoas postavam pelo simples prazer de postar - não que isso não exista hoje. Alguns se foram. Outros estão indo (estou nessa também?). Até o grupo ROTAROOTS, que criava temas de tags e postagem coletiva se foi. E a minha motivação está indo também. São os problemas familiares que atrapalham, ser despedida de repente daquele emprego que por mais rotineiro que possa ser acabou se tornando parte da minha vida (de segunda á sábado por quase quatro anos, da comodidade de poder ver as revistas quando chegam, de ver se vale a pena comprar e ler aquele quadrinho estranho, da inspiração que vinha no meio de um encalhe), da preguiça, da falta da vontade de ler, da tendinite que atrapalha bastante na hora de escrever um post novo (seja rascunhando num caderno ou no texto final), dos problemas familiares que estão foda (eu sei que já citei isso, mas estou tão de saco cheio que pode ser que ele apareça por aqui outras vezes), de ler algo com aquela pressão de ter que escrever sobre ele (mesmo que não haja nada pra falar), de fazer parte de uma sociedade onde quantidade vale mais do que qualidade, enfim, de tudo.
Eu poderia continuar aqui citando os motivos pelos quais eu deixei o blog abandonado por tanto tempo (dois meses inteiros mais um pouquinho), mas a questão é bem mais funda. O sentido vai se perdendo e as crises vão aparecendo. Queria deixar o blog de férias, e voltar, cheia de assunto, cheia de textos, mas o que adianta eu fazer uma promessa que talvez eu mesma não consiga cumprir? Parei um desafio literário, o I Dare You 2.0 quase no fim, isso porque eu simplesmente me desmotivei - chegou uma hora que eu queria ler um livro e não podia porque ele não se encaixava na p... do desafio. Como? Com os problemas que a vida lhe dá, os problemas que os outros criam e que te afetam diretamente, os problemas dos outros que nos fazem sofrer por eles. É, tá foda!
Infelizmente, eu tenho contas à prestar a Generale, editora que gentilmente me convidou para ser um blog parceiro (isso se se eu não estragar tudo). Eu já tenho uma resenha escrita (basta transcrever pra cá), mas devido à carga de problemas, nem ler eu ando com vontade. Só para vocês terem ideia, em janeiro eu terminei de ler dois livros que comecei a ler em 2016: Tarkin, que comecei em dezembro; O Livro Secreto de Dante: O Mistério da Divina Comédia eu comecei em novembro (justamente na época que eu fiquei de aviso prévio estava na metade do livro), por consequência acabei abandonando sua leitura para ser retomada somente agora, em janeiro. É, a coisa tá feia.
E para ajudar, minha criatividade se foi. As ideias dos últimos posts vieram quando eu estava trabalhando. Estando há quase dois meses em casa, eu simplesmente não tive nenhum momento eureka, que me fizesse ter vontade de rascunhar algo (e a tendinite não ajuda em nada). Contudo, eu venho fazendo mini-posts na fanpage do blog no facebook, então sintam-se a vontade de curtir a página e acompanhar as novidades por lá.
Não pretendo fechar o blog (ainda). Deletar o Naty in Wonderland, nunca. Agora, postar constantemente vai ser mais difícil, e não vou prometer nada que eu não consiga cumprir, mas irei fazer o possível para atualizar esse cafofo de vez em quando - e o pc estar num quarto junto com o meu irmão não ajuda em nada.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Black Friday Generale: descontos de até 70%
Rabiscado por
Natália
A Black Friday chegou também para os leitores da Editora Évora, que está oferecendo descontos de até 70% desde hoje, 24/11 até o dia 30/11; Os títulos que estarão participando da Black Friday são dos três selos da Editora: Évora (livros técnicos), Generale e Folia das Letras (literatura infantil).
E para ajudar ainda mais os leitores, nas compras acima de R$100,00, o pagamento pode ser feito em até 3x sem juros. Não perca!
Se está em dúvida de qual livro comprar, que tal ler as resenhas da editora já publicados aqui? CLIQUE e confira
Generale é um selo da Editora Évora para livros de comportamento, interesse geral, ficção, não-ficção, esportes e biografias.
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| Clique na foto para ir ao site. Boas compras! |
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Preciso falar sobre... preços dos e-books e a praticidade de baixar livros de graça
Rabiscado por
Natália
Eu tenho um leitor digital, um e-reader que atende pelo nome de Kobo Glo (da Livraria Cultura), há o quê? Uns dois anos? Confesso que não utilizei ele (ainda e talvez nem venha a utiliza-lo) da maneira que gostaria. Ok, os livros estão as disposição de alguns cliques (e a Cultura é legal e aceita pagamento em débito). Alguns (os mais duvidosos) ficam disponíveis de grátis. E tem aqueles que você baixa e pronto, igual a músicas por aí.
Se bem que o negócio da coisa toda é aquele, o livro digital (e-book) simplesmente não pegou. Não foi como a música digital ou a internet nas nossas vidas. Coisas que líamos a um tempo atrás hoje não fazem tanto sentido, como "o livro físico vai morrer" - o que, aliás, ele anda bem vivo -, bem diferente da música digital e o CD - com exceções é claro. Cada mídia meio que se adaptou e pode ser que logo, logo as revistas e jornais deixem de ser impressos para serem totalmente digitais - o que já vem acontecendo à algum tempo e tem se agravando com a situação econômica atual do país, como a revista Capricho, que a Editora Abril deixou de imprimir à cerca de um ano atrás.
A questão aqui são os e-books, então vamos voltar para eles. Outro dia eu fiquei com vontade de ler Férias! da Marian Keyes e na impossibilidade de comprar o livro físico resolvi partir para o e-book (uma vez que eu comecei a ler essa série no Kobo Glo), justamente por causa do custo benefício. Tal qual foi a minha surpresa quando eu vi que o preço do e-book estava o mesmo do livro num Sebo próximo de onde eu trabalho (dependendo da época que você ler o post, trabalhava). E aí eu pergunto: qual a vantagem de eu comprar o e-book sendo que pelo preço que estava (acho que uns 25 temers) eu poderia comprar o livro físico pelo mesmo preço num sebo ou pagar um pouco mais e comprar um novinho? A resposta é: baixei clandestinamente.
Em diversas pesquisas feitas por mim mesma, constatei que vale mais a pena pagar uns 10 temers à mais e comprar na edição impressa do que o e-book (isso porque no site da Cultura, o prazo de entrega dos livros digitais é de 15 minutos após a aprovação da compra) - a não ser que apareça promoções como "Clube da Luta" por 9,90 ou "Sob a Redoma" por 14,90 (que sofro até hoje por não ter os poderes na época e não ter aproveitado tais ofertas).
O mercado digital de livros é sim promissor, ainda mais com a popularização dos e-readers (o Kobo encontra-se esgotado na Livraria Cultura, de acordo com o site PublishNews e se não me engano, parece que o Ponto Frio agora vende o Kindle, da Amazon). Falo de popularização, porque outro dia no metrô eu vi uns dois ou três leitores com um e-reader, o quê, considerando o investimento é bastante coisa. Aliás, talvez esse seja o empecilho. O primeiro contato dos e-books de vários leitores se deve através da leitura feita em smartphone, tablet e computador - que não tem uma tela própria para isso e acaba cansando bastante a vista, e investir uns 300,00 à 400,00 temers só para ler livros não é lá o sonho de muitas pessoas. E vocês sabem da onde vem esses e-books né?
Que atire a primeira pedra quem nunca baixou algo "ilegal" da internet, tais como músicas, filmes, seriados e os livros. Antes que venham tacar pedras em mim, eu não sou santa (apesar de ser bem certinha e por isso talvez eu me sinta mal por baixar um livro, por causa dos direitos autorais e tals, mesmo que eu não tenha tanta empatia pelas outras mídias com direitos autorais - mas sabe como que é né? Escritores ganham bem pouco). Aliás, eu gosto bastante de baixar os "grátis" que a editora Harlequin vira e mexe disponibiliza na web, ou aqueles duvidosos que a Livraria Cultura disponibiliza também. Sem contar também que esses "ilegais" trazem aquela coisa da tradução e revisão de procedência duvidosa.
Enfim, creio que os e-books terão sim seu lugar ao sol em algum momento do futuro, seja elas por questão de espaço (penso seriamente em adquirir a serie Outlander via e-book) ou pela simplicidade. Mas este dia não sera hoje. Leitores das antigas (tipo eu, você, sua mãe, seu pai) ainda preferem livros impressos, porque eles têm cheiro, textura e outras coisas a mais, enquanto os da nova geração (essas crianças que eu tenho medo de vê-las crescidas), que provavelmente já nascem tirando selfie, talvez venham a preferir os meios de leitura digitais. Quem aqui prefere ouvir no Spotify ao comprar algum CD? Ler sites de notícias ao invés do jornal impresso, com papel de jornal? Talvez com os livros aconteça a mesma coisa.
Pensem e reflitam!
Em diversas pesquisas feitas por mim mesma, constatei que vale mais a pena pagar uns 10 temers à mais e comprar na edição impressa do que o e-book (isso porque no site da Cultura, o prazo de entrega dos livros digitais é de 15 minutos após a aprovação da compra) - a não ser que apareça promoções como "Clube da Luta" por 9,90 ou "Sob a Redoma" por 14,90 (que sofro até hoje por não ter os poderes na época e não ter aproveitado tais ofertas).
O mercado digital de livros é sim promissor, ainda mais com a popularização dos e-readers (o Kobo encontra-se esgotado na Livraria Cultura, de acordo com o site PublishNews e se não me engano, parece que o Ponto Frio agora vende o Kindle, da Amazon). Falo de popularização, porque outro dia no metrô eu vi uns dois ou três leitores com um e-reader, o quê, considerando o investimento é bastante coisa. Aliás, talvez esse seja o empecilho. O primeiro contato dos e-books de vários leitores se deve através da leitura feita em smartphone, tablet e computador - que não tem uma tela própria para isso e acaba cansando bastante a vista, e investir uns 300,00 à 400,00 temers só para ler livros não é lá o sonho de muitas pessoas. E vocês sabem da onde vem esses e-books né?
Que atire a primeira pedra quem nunca baixou algo "ilegal" da internet, tais como músicas, filmes, seriados e os livros. Antes que venham tacar pedras em mim, eu não sou santa (apesar de ser bem certinha e por isso talvez eu me sinta mal por baixar um livro, por causa dos direitos autorais e tals, mesmo que eu não tenha tanta empatia pelas outras mídias com direitos autorais - mas sabe como que é né? Escritores ganham bem pouco). Aliás, eu gosto bastante de baixar os "grátis" que a editora Harlequin vira e mexe disponibiliza na web, ou aqueles duvidosos que a Livraria Cultura disponibiliza também. Sem contar também que esses "ilegais" trazem aquela coisa da tradução e revisão de procedência duvidosa.
Enfim, creio que os e-books terão sim seu lugar ao sol em algum momento do futuro, seja elas por questão de espaço (penso seriamente em adquirir a serie Outlander via e-book) ou pela simplicidade. Mas este dia não sera hoje. Leitores das antigas (tipo eu, você, sua mãe, seu pai) ainda preferem livros impressos, porque eles têm cheiro, textura e outras coisas a mais, enquanto os da nova geração (essas crianças que eu tenho medo de vê-las crescidas), que provavelmente já nascem tirando selfie, talvez venham a preferir os meios de leitura digitais. Quem aqui prefere ouvir no Spotify ao comprar algum CD? Ler sites de notícias ao invés do jornal impresso, com papel de jornal? Talvez com os livros aconteça a mesma coisa.
Pensem e reflitam!
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