segunda-feira, 16 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
terça-feira, 3 de maio de 2016
Por que eu escrevo? 7 anos de Naty in Wonderland
Rabiscado por
Natália
E mais um ano se passou. Já se passaram 7x365 dias e muitas horas, das quais algumas delas foram dedicadas a este cantinho. Claro que, se comparada com o começo, há sete anos atrás, elas eram superiores a de agora. Gosto de ter vida social. Às vezes bate uma culpa? Bate, mas o blog não enche mais meu ego como antigamente. Ele ainda enche. É legal postar um texto (especialmente aqueles que se gastou horas aperfeiçoando-o) e ver os comentários pipocando na caixa de mensagem. Sempre quis ser popular. Ter trocentos comentários por post. Mas geralmente, gosto desse anonimato. Não dá trabalho. E às vezes dá o maior trabalhão.
Quem acompanha o meu País das Maravilhas viu as mudanças. Infelizmente elas acontecem. E com isso uma onda de sumiço. Pessoas que antes liam o blog, hoje não tem tempo, hoje não tem blog, hoje não gostam de se expandir. Não sei como as pessoas conseguem escrever só sobre um determinado assunto. Eu não consigo. O blog é uma prova viva disso. O Naty in Wonderland sempre foi assim, um pouco de tudo, às vezes arrumado, às vezes bagunçado. E na maioria das vezes, a bagunça que é dentro da minha cabeça, a mistura de estilos, as mudanças no gosto.
Antes o foco era japão e sua cultura. Anime e mangá para ser mais exato. Livros eram poucos, eram tímidos. Não tinha a experiência para escrever resenhas, mas com o tempo fui me aprimorando cada vez mais. Séries no geral são difíceis e música então nem se fala. Tem tanto animes que eu assisti e que nunca chegaram ou talvez nunca chegarão no papel, quem dirá aqui, na sua tela. Eu odiava quadrinhos americanos. E olhe onde estou hoje. Lendo mais o formato americano que o formato japonês. Influências ajudam e a diversidade também. Faz bem, nos faz ver outros horizontes.
Eu mudei. Os textos mudaram. O foco mudou. O público mudou (mas ainda tem aqueles que continuam fiéis). Tem textos publicados nesses 7 anos, que eu tenho vergonha de mostrar, pela qualidade, pela coesão e pela coerência. Não vou apagá-los. Não vou editá-los. Eles ficarão de amostra, como uma evolução para algo que existe somente em palavras. Não penso em escrever um livro.
Esse lugar que sempre tem me acolhido e que nunca me maltratou (a vida real faz muito isso). Mas é preciso vontade e às vezes, ela falta ou é pouca. Mas cá estou eu. Às vezes tenho apoio. Eu gosto disso. Me ajuda a parar, pegar meu caderno e rabiscar palavras que podem (ou não) se tornar um bom (ou médio, ou ruim) texto, que terá x visualizações em pouco tempo, que gerara discussões ou que serão os "fracassos". Que serão meu orgulho ou minha vergonha.
Esse lugar que sempre tem me acolhido e que nunca me maltratou (a vida real faz muito isso). Mas é preciso vontade e às vezes, ela falta ou é pouca. Mas cá estou eu. Às vezes tenho apoio. Eu gosto disso. Me ajuda a parar, pegar meu caderno e rabiscar palavras que podem (ou não) se tornar um bom (ou médio, ou ruim) texto, que terá x visualizações em pouco tempo, que gerara discussões ou que serão os "fracassos". Que serão meu orgulho ou minha vergonha.
Não vou usar ele para ganhar dinheiro. Não vou ser mais uma blogueira literária que quer apenas ganhar livro para ler. Falando nisso, em 2015/2016 finalmente consegui o que tanto queria e como acontece, diante das coisas desconhecidas eu senti medo. Hoje, eu sinto a pressão da responsabilidade que tenho em mãos. Espero que isso não me atrapalhe. Só preciso de tempo, e o tempo é uma coisa que não espera. Ele avança mesmo que você queira que ele pare. Talvez seja o medo. A pressão. A quantidade. A qualidade.
Meu estilo de leitura mudou. Mas o foco do blog continua. É chato ler e assistir algo e não ter com quem comentar. E quando tem, é chato comentar várias e várias vezes o mesmo assunto. Tenho amigos que viveram comigo meus "momentos vícios". Às vezes eu abro espaço para eles no blog, ou não. Eles simplesmente migram. Escrevo porque quero que outras pessoas saibam minha opinião, sincera e singela. Escrevo não para ganhar dinheiro. Prestígio, quem sabe? É gostoso. Escrevo para expor minha opinião. Escrevo porque minha mente não sabe apreciar um simples quadrinho, daqueles para entreter. Enquanto leio, já imagino o que escrever. Claro, nem sempre isso se concretiza. Sonho x realidade são diferentes. O Sonho é do jeito que você idealiza. A Realidade não. Escrevo porque gosto. Escrevo porque quero que os outros saibam o que achei. Escrevo para ser ouvida, mas ser lida é mais fácil.
Estou mudando. É uma constante do ser humano. Ele nasce, cresce, vive, cresce, vive, e morre. O blog foi criado. Está vivendo. Está crescendo. E vive de igual para igual comigo. O Naty in Wonderland é um reflexo de mim. Quando estou bem ele parece aberto e convidativo à todos. Quando estou na bad, ele não "anda". Não tem comentários, não tem visualizações. O texto dá ruim. Eu fico ruim. E quando não vai, simplesmente não vai. Me desculpem! Não é o fim do mundo. Eu escrevo e posto outro. Quando eu me cansar, lembrarei de avisar à todos. Espero que isso demore. Sinto que quando isso acontecer, eu vou sofrer muito. Os leitores vão sofrer. O blog vai sofrer. Ou talvez não. Isso não é uma despedida. É mais uma jornada que se inicia.
A premissa inicial do blog continuará a mesma:
O blog é onde eu falo sobre tudo o que eu gosto. É de cultura, é entretenimento, utilidade pública (?). E só para não perder o hábito, vamos aos números: o blog faz hoje 7 anos. Ele tem mais de 2000 comentários publicados (2082 até o momento que esse post foi escrito, o de número 670). O Naty in Wonderland deve ser populoso. Deve estar no peso ideal (há um monstrinho que me lembra isso). Nunca soube calcular o IMC de uma página e prefiro continuar assim.Vou continuar na ativa. Mas reduzido. Posts só de segunda à sexta, como vem acontecendo. Gosto de ter vida social, de não ficar obcecada, de descansar.
Escrevo textão (e sei que tem gente que não lê porque é grande). Isso se reflete porque falo bastante. Consequentemente, escreverei bastante. Gosto de quando o texto não agrada à todos e gosto mais quando agrada, quando incentiva, quando vende. É legal ver o debate. Ter educação acima de tudo, afinal, quem tá do outro é um ser humano, logo ele tem sentimentos. Já me senti como um lixo por comentários à cerca da minha pessoa. Foi horrível. Até me perguntaram "o que aconteceu? Não tem postado no seu blog.". Foi quando eu decidi abandoná-lo. Graças a umas boas almas que não o fiz. Não iria deletado, mas colocá-lo em reforma. Sorte que não o fiz. E aqui estou eu, superando os desafios que se coloca na minha frente. Tenho textos à escrever e espero do fundo do meu ser (fígado, rim, alma, coração), que eu consiga transcrevê-los para cá. Os textos não são somente para mim, mas para quem (você) perde aquele tempo (ocioso na internet) lendo o que eu escrevo aqui. (copiei do ano passado sim).
Escrevo porque gosto e porque quero
Escrevo porque gosto e porque quero
Esse post foi escrito graças à 642 coisas sobre as quais escrever, um desafio criado em 24h por 35 escritores, que se juntaram para formar o grupo The Grotto em São Francisco. A intenção era juntar mais e mais escritores, formando uma conexão de inspiração. Os desafios podem ser feitos na ordem, ou escolhidos aleatoriamente. Quem quiser ver os itens, da uma olha no Listography do A Bela, Não a Fera.
Agradeço as sugestões de tema, mas o item 278. Por que eu escrevo? conseguiu furar meu bloqueio criativo. Afinal, são 7 anos fazendo post de aniversário. E é difícil se expressar com palavras.
domingo, 1 de maio de 2016
Drops # One-Punch Man, American Crime Story, Arlequina, A Página Perdida de Camões e mais...
Rabiscado por
Natália
E o mês de abril foi um mês de vacas magras, mas houve umas parcerias aí que deram um certo resultado. Agora, só preciso de tempo para ler todo o material que tenho aqui e mais de outro tempo para escrever as resenhas.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
dos quadrinhos para o livro: Guerra Civil
Rabiscado por
Natália
Guerra Civil: uma história do Universo Marvel - Stuart Moore - 2014 - 398 páginas - Novo Século
A épica história que provoca a separação do Universo Marvel!
Homem de Ferro e Capitão América: dois membros essenciais para os Vingadores, a maior equipe de super-heróis do mundo. Quando uma trágica batalha deixa um buraco na cidade de Stamford, matando centenas de pessoas, o governo americano exige que todos os super-heróis revelem sua identidade e registrem seus poderes.]
Para Tony Stark - o Homem de Ferro - é um passo lamentável, porém necessário, o que o leva a apoiar a lei. Para o Capitão América, é uma intolerável agressão à liberdade cívica.
Assim começa a guerra civil.
Baseado nos quadrinhos de imenso sucesso - mais de 500.00 exemplares vendidos!
De que lado você está?
domingo, 24 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
Apocalipse Zumbi: Os Primeiros Anos
Rabiscado por
Natália
Apocalipse Zumbi - Alexandre Callari - 2011 - 336 páginas - Generale
O caos reina no mundo. A civilização entrou em colapso. As comunicações, a energia elétrica e a vida em sociedade, como a conhecemos, praticamente se extinguiram. Nem toda a nossa tecnologia foi capaz de nos proteger e evitar que dois terços da humanidade morressem.
Os poucos que sobreviveram estão exaustos e tentam reunir o que ainda resta das suas forças e recursos para se manterem vivos. E, para piorar, eles não estão a sós. Dia e noite, são perseguidos pelo contaminados - sempre à espreita com seus olhos vermelhos, pele pálida, dentes podres e uma terrível sede de sangue e de carne humana.
Nesse cenário de terror e desesperança, Manes luta fervorosamente para manter sua comunidade unida. Ela subside em uma construção cerca por paredes de concreto chamada Quartel. Porém, quando alguns de seus membros estão em apuros do lado de fora, sendo cruelmente caçados pelos contaminados, Manes parte para resgatá-los. A sua ausência e a chegada do enigmático Dujas abalam severamente o tênue equilíbrio interno do Quartel, colocando em risco a vida de todos. O perigo e o medo tomarão conta daquele que é um dos poucos redutos em que homens e mulheres vivem em "segurança".
Um livro tão humano quanto fictício
sexta-feira, 15 de abril de 2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
Maze: Sem Saída [+18]
Rabiscado por
Natália
Maze: Sem Saída - Marja Li - 2012 - 340 páginas - Mor Editora
Helena é filha do Ministro Britânico, sempre protegida e tratada como uma princesa, vive uma vida vazia e regada por seus medos e inseguranças. Ronald, criado totalmente sem limites, preza a liberdade e adora os perigos de sua profissão. Quando esses dois mundos se cruzam, a explosão é inevitável.
Sem saber, Helena está envolvida em um plano de terrorismo internacional. Pivô de um plano de uma disputa de poder político, ela se vê sem saída ao ser sequestrada por um homem completamente desconhecido, mas que a deixava perturbada. Ela sabe que o cativeiro muda o senso de realidade, mas sua sanidade fica completamente questionável, e a cada minuto fica mais difícil lembrar-se do noivo e da sua própria vida. Estar nas mãos de alguém tão misterioso leva Helena aos limites do ódio, da paixão e da obsessão.
Ronald não nasceu para uma vida calma. Ele poderia ser um grande espião mas não faria isso. Fazer o que fosse preciso em nome da justiça e da ética eram seus meios para obter o sucesso que desejava. Ao ser contratado para sequestrar Helena, ele descobre que sua vida vai além do trabalho e o prazer que sentia em fazer justiça com as próprias mãos. Agora, dividido pelo amor e o seu dever, Ronald pode destruir os planos e acabar com tudo. Será que Helena vai ser capaz de reconhecer o herói por trás de suas ações torpes?
Romance, ação e erotismo na medida certa
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